segunda-feira, 2 de janeiro de 2012



A AMAZÔNIA E  A COBIÇA INTERNACIONAL
• PRICIPAIS AMEAÇAS SOBRE A AMAZÔNIA
GEN. EX. LUIZ GONZAGA LESSA*
             
             Falemos um pouco sobre a "Amazônia, cobiça internacional", e daremos início com a indignação: realidade ou fantasia? Muitos acham que é uma fantasia, que nós estamos vendo a situação muito mais grave do que na realidade é. Infelizmente não pensamos assim. Fatos concretos têm acontecido neste século. Pesquisas históricas que conduzimos revelaram recomendação do chanceler alemão ao Barão do Rio Branco, já no início do século, "que seria conveniente que o Brasil não privasse o mundo das riquezas naturais da Amazônia". Por que não Rio Grande do Sul, por que não Mato Grosso, por que não Minas Gerais? É que a preocupação da cabeça dessa gente está na Amazônia. O Conselho Indigenista Missionário e as diretrizes do CIME, são muito conhecidas. Vou enfatizar uma expressão corrente com o seguinte teor: "A Amazônia total, cuja maior parte fica no Brasil, mas compreende também parte dos territórios da Venezuela, Colômbia e Peru é considerado "por nós"(?) como um "patrimônio da humanidade". Essa expressão está pegando, circulando como palavra chave e a preocupação é que esteja ganhando muita força a nível internacional: "a posse dessa área é meramente circunstancial", ou seja, a Amazônia não é Brasil e nela nós não mandamos nada. Mas quero aqui me ater a algumas nações, com dívidas externas, que vendem suas riquezas, seus territórios e suas fábricas. Começam a forma-se agora pensamentos semelhantes para nós. Estou trazendo declarações proferidas pelos seus mandatários. Os Estados Unidos abrem exatamente essa pauta de negociação: "trocam dívida externa por território, desde que neste território seja reservada a área de proteção ambiental sob meu controle". Alguns países latino-americanos, Peru e Costa Rica, já aderiram, e se fala e se comenta que há gente, no Brasil, favorável a isso. Al Gore, Vice-presidente foi muito claro: "ao contrário do que os brasileiros pensam a Amazônia não é deles, mas de todos nós". Caso venha a ser o Presidente dos Estados Unidos nós vamos Ter que nos relacionar com esse moço. Miterrand criou aquelas doutrinas todas esdrúxulas na época, mas que estão pegando e se aplicando como uma luva na Amazônia: a doutrina da "soberania relativa" e a doutrina do "direito de ingerência". Gorbachov declarou que "o Brasil deve delegar parte de seus direitos sobre a Amazônia aos organismos internacionais competentes". Gorbachov hoje é Presidente de uma das mais importantes organizações não governamentais. Outra declaração preocupante, externada por um ex-Primeiro Ministro da Inglaterra, com a autoridade de seu cargo, não podia ser mais clara do que foi: "as Nações desenvolvidas devem estender o domínio da Lei ao que é comum de todos no mundo", ou seja: pretende dizer que a Amazônia seja comum de todos no mundo. Agora foi especificamente claro nas campanhas ecologistas internacionais sobre a região amazônica. Estão deixando a fase de propaganda para dar início a uma fase operativa que poderá definitivamente ensejar intervenções militares diretas sobre a região.Quando o Primeiro Ministro fala isso como ponto de vista de seu país, temos que admitir que as Forças Armadas Britânicas têm plano de contingência para a nossa Amazônia. Não há como não admitir isso. Seria pura ingenuidade nossa. Não há país que corrompa mais a atmosfera e o meio ambiente que os Estados Unidos, todos nós sabemos disso. Um General americano se expressou sobre nossa soberania na Amazônia de forma cínica: "Caso o Brasil resolva fazer uso da Amazônia que ponha em risco o meio ambiente dos Estados Unidos, temos que estar prontos para interromper esse processo imediatamente". Essa declaração, partindo de um General dos Estados Unidos, Chefe de Órgão Central de Informações das Forças Armadas, é da maior gravidade. Nossa diplomacia reagiu: foi emitido desmentido formal, mas o fato é que ele fez a declaração. Por que disse isso? Em abril deste ano qual era o nosso problema na Amazônia? Havia o fogo de Roraima, e ele ligou "fogo de Roraima" a "meio ambiente", que está na sua doutrina de emprego. Em nossa maneira de ver a cobiça é uma realidade exatamente por um resumo daquilo que já reapresentei: a Amazônia é o maior banco genético do planeta; bio-diversidade incomparavelmente rica 1/5 da água doce do plante; 1/3 da floresta; riquezas incalculáveis de subsolo; e imenso vazio demográfico. Esse é o nosso grande desafio para as próximas gerações de brasileiros.

"SALVE A AMAZÔNIA, QUEIME UM BRASILEIRO!"

A FRASE DO BLOG FOI RETIRADA DO YAHOO RESPOSTAS AMERICANO.



VIDA - COMBATE - TRABALHO.



Um comentário:

  1. A amazônia ao contrario do que pensam as outras nações não é patrimônio da Humanidade, é sim, patrimônio do Brasil a serviço da Humanidade!

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